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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

CAMINHANDO NO DESERTO, POR GABRIEL DOS SANTOS

Pelo deserto eu caminho
Com o sol se pondo as minhas costas
Que coisa louca é o destino
Rumando sempre a direção oposta

Sigo a voz vinda de longe
Mas ajoelho na areia
Venho de muito longe
Sempre atras dessa sereia

Senti um forte abraço
E seus olhos pude ver
Meu coração congelado
começava a derreter

Senti seu doce beijo
e minha vida retornou
Como se em meio a um lampejo
Esquecesse quem eu sou.




quarta-feira, 6 de julho de 2011

PERDA, CAROLINA OLIVEIRA

Se te encontro perdido
Perdida ainda mais fico
Pretendia estar ao seu lado
Ama-lo eternamente

Se te encontro em algum lugar
Me encontro em outro mundo
Pretendia ficar com você pra sempre
Ama-lo eternamente
Não posso te perder
Prefiro te encontrar
Quero te amar eternamente
Ficar com você para sempre

Seguir teus passos
Ser seus pensamentos
Escrever sua vida
Te-lo e ama-lo.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

PRECISO DE VOCÊ, CAROLINA OLIVEIRA

Preciso te contar...
nem que seja em apenas uma palavra.
Preciso te explicar,
nem que seja apenas por um olhar.

Preciso te encontrar...
nem que seja apenas por um minuto.
Preciso me abrir...
pra ter coragem, me permitir.

Preciso te contar...
que sinto algo.
Preciso te explicar...
o quanto sinto.

Preciso te encontrar...
e finalmente falar,
preciso me abrir
e finalmente dizer...
AMO VOCÊ!!!


quinta-feira, 30 de junho de 2011

MORTE, GABRIEL HENRIQUE DOS SANTOS

E se a morte tivesse perdido a memória?
E não soubesse que realmente é a morte.
E se nesse tempo, vivesse uma vida ilusória?
Sem saber que traz consigo a foice com corte.

E se a morte pensasse que é uma pessoa normal?
E que tivesse sonhos como qualquer um.
E se ela não lembrar que possui o beijo final?
Sem imaginar que não é uma pessoa comum.

E se a morte passasse sempre por você?
E ao te ver, piscasse, lançando um sorriso.
E se ela realmente não soubesse do por que?
Sem entender do seu caminho impreciso.

E se a morte estivesse tão perto que você não a visse?
E se revelasse um destino que nem mesmo quisesse?
E se estivesse tão incrustada que nem mesmo a sentisse?
E se a morte fosse você e você não soubesse?


terça-feira, 28 de junho de 2011

SOL E LUA, CAROLINA OLIVEIRA

Estranho jeito de ser,
Precioso tempo que nos espera,
Pequena estrada que se curva,
Caminho que se perde.

Sol que desaparece...
Lua que não some...
Sei que me falta algo...
Alguma coisa que me emocione.

Porque sei que você me espera?
Talvez o tempo me faça suspirar,
De amores que não me correspondem,
De caminhos que somem.

Estranha vida maldita,
Precioso amor ignorante,
Preciso que você me diga...
Que ninguem ama inutilmente.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

AMOR, AMORES, AMAR - CAROLINA OLIVEIRA

Não haverá momentos,
em que viveremos só de momentos,
e momentos que não passarão de momentos...
Viveremos esquecendo que vivemos só de momentos.

Momentos eternos,
que não sabemos ao certo...
Momentos passageiros,
que não são perfeitos.

Talvez tudo seja...
Talvez nada faça...
Meu coração dispara...
De amor, de amores, de amar.

Momentos inesquecíveis,
momentos inesperados,
momentos aguardados,
momentos que não existirão jamais.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

TEMPO, CAROLINA OLIVEIRA

Se o ponteiro do relógio mostrasse a batida do meu coração ao te ver, as horas passariam em milésimos segundos...
Nem a ciência vai descobrir o que eu sinto

Se os passos das pessoas mostrasse as batidas do meu coração ao te ver...
as pessoas teriam pressa, correriam como se tivessem medo
Nem a ciência via descobrir o que eu sinto

Me sinto nas nuvens ao seu lado
E quando te beijo me sinto no céu
Vivo no paraíso só de pensar em você...

Te amo mesmo que você não exista;
mas já que existe...
Te amarei para todo o sempre.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O ABRAÇO, GABRIEL HENRIQUE DOS SANTOS

Que música é essa que me assombra?
Vinda da noite, que me encanta.
me leva e arrasta como onda,
do sonho mais terrível me levanta.

Um pesadelo real que se aproxima
sigo o som, sorrateiro e calmo.
uma voz doce e suave de menina
Recitando um antigo salmo.

A casa é antiga e escura.
As cortinas se movem com o vento.
Nesse instante, vi a lua.
E fiquei exposto ao relento.

De relance pude ver.
Um vulto passando ao meu lado.
consegui com custo me mover.
Como se não o houvesse notado.

Passei por um dos corredores,
O chão rangia a cada passo.
Mas, disposto a abandonar meus temores.
Segui, rumando em seu encalço.

A musica contínua e atraente.
Em um som triste e macabro,
Me sufocava derrepente,
Como se estivesse sendo puxado.

Uma mão fria me segurava.
Senti seu olhar frio e cruel.
Meu corpo inerte no chão estava.
E pude ver, além do véu.

Era a morte que alí estava.
Com a melodia dos anjos me encantou
A dor ja não mais encomodava.
E derrepente me abraçou.

Na casa velha não mais estava.
Mas sim em um campo florido.
Abraçado a mulher que mais amava.
Eu era seu marido.

Sabia que era um sonho.
Daqueles que não se acorda.
Revivendo e lembrando.
De uma pessoa ja morta.

Agora novamente estou junto dela.
Uma lágrima escorreu de sua face.
A morte me levou da terra.
Mas meu coração ainda bate.


quarta-feira, 15 de junho de 2011

DESAVENÇAS, CAROLINA OLIVEIRA - 04/04/2008

Viver sonhando acordada
Pensar estar em outro lugar
Viajar sem sair do lugar
Me perder para te encontrar

Viver em outro mundo
Correr do perigo
Aterrissar na lua
Pular pra Marte

Sentir o cheiro de cada arbusto
Sorrir e se alegrar
Pedir e desejar
Arrancar suspiros

Existe uma diferença entre viver e estar vivo
Acho que o impossível é:
O lado mais fácil de chegar as coisas


terça-feira, 14 de junho de 2011

TEMPO E NUVENS, CAROLINA OLIVEIRA

Tempo;
Difícil tempo de entender.
Nuvens;
Nuvens que passam sem voltar.

Se você fosse quem eu esperava,
Talvez eu entenderia o amor.
se você fosse como eu quisesse
Talvez eu teria decisões concretas.

Nada parece ser o que é,
Tudo enlouquece e deixa indecisões.
Se você fosse talvez não seria.

Vou e procuro momentos...
Não encontro...
Nem tristezas nem alegrias.


terça-feira, 7 de junho de 2011

CHARLES CHAPLIN

Minha primeira postagem é o meu poema favorito o primeiro poema pelo qual eu aprendi a gostar de poemas o q me ensinou a dar ouvidos p uma das coisas mais especiais q existe no mundo em que nós vivemos de Charles Chaplin:


Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.



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